As distorções culturais do Carnaval...

Por mais que se critique algumas escolhas musicais durante as comemorações carnavalescas dos dois principais pólos do Estado - Recife e Olinda -, todos os anos há sempre o que ser questionado. Este ano, o primeiro impasse ficou por conta da apresentação do rapper carioca Marcelo D2, no Fortim de Olinda, por uma bagatela de R$ 120 mil. O valor, se empregado de outra forma, daria para contemplar uma série de grupos e agremiações carnavalescas dos municípios, que certamente divulgaria a cultura da terra, muito equidistante de qualquer som apresentado pelo artista. Outro bom argumento foi utilizado pelo deputado estadual Augusto Coutinho (DEM), quando o mesmo pontuou que o maior bloco do mundo, o Galo da Madrugada, recebeu apenas R$ 350 mil em patrocínio (veja texto abaixo). Haja distorções...


O líder da bancada de Oposição na Assembléia Legislativa, deputado Augusto Coutinho(DEM) questionou nesta quarta-feira(18), durante pronunciamento o valor de cachês pagos pela Fundarpe para artistas que estão se apresentando na semana pré-carnavalesca, bem como os critérios utilizados para contratação. O Diário Oficial de hoje traz, por exemplo, dispensa de licitação, no valor de R$ 120 mil para o rapper carioca Marcelo D2, que se apresentou na última segunda-feira(16), no Fortim de Olinda.

"Já o Galo da Madrugada, considerado o maior bloco de carnaval do mundo, um dos maiores símbolos da festa em Pernambuco que repercute no Brasil e no exterior recebeu R$ 350 mil de patrocínio", criticou o democrata. Para saber em detalhes os cachês pagos pela Fundarpe o líder da bancada anunciou que vai encaminhar pedido de informação ao Governo do Estado. (Do Blog da Folha)

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