Concluir a Transnordestina é uma etapa fundamental no processo de integração do Nordeste, região que deixa de lado as divisões e cada vez mais se une para garantir mais empregos, mais desenvolvimento e mais qualidade de vida para o seu povo.
Foi com estas palavras que o governador Eduardo Campos saudou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na solenidade que marcou o início da construção do trecho Salgueiro-Trindade da ferrovia Transnordestina. Mais de 15 mil pessoas acompanharam o evento.
“Estamos começando hoje uma obra que aguardou mais de um século por sua sensibilidade nordestina e pernambucana. Quando for inaugurada, em 2010, esta região não mais será a mesma”, disse Eduardo, lembrando que as elites nordestinas que se opõem ao seu governo e ao de Lula são responsáveis pelo fato de a ferrovia ser uma obra inacabada há tanto tempo.
Lula, por sua vez, recordou uma viagem que fez ao Ceará em 1994 na companhia do ex-governador Miguel Arraes. “Quando sobrevoamos esta região, ele me pediu para fazer a Transnordestina, lembrando que era uma obra inacabada desde o século XIX. Não pude atendê-lo naquela época, estou fazendo isso agora”, disse o presidente.
Eduardo Campos ressaltou o novo tipo de cooperação que marca as relações entre os governantes dos estados nordestinos. “Estamos aqui reunidos, governadores do Piauí, do Ceará e de Pernambuco , para lhe dizer que estamos prontos a colaborar uns com os outros para que a Transnordestina seja concluída no prazo”, disse Eduardo.
Em seu discurso, o governador pernambucano citou outros feitos do Governo Lula e sublinhou a satisfação de dizer que o Governo de Pernambuco está fazendo a sua parte. “Conte conosco, presidente”, disse Eduardo, lembrando que Lula está fazendo grandes obras de pedra e cal, como a refinaria,o estaleiro e a própria Transnordestina, mas também investindo na melhoria da qualidade de vida das pessoas “por exemplo, ajudando a implantar o CEFET em Salgueiro”
“Durante décadas, todas as universidades de Pernambuco ficavam no Recife. Foi o seu governo, presidente, que trouxe ensino universitário federal para Vitoria de Santo Antão, Garanhuns, Serra Talhada e Salgueiro”, disse Eduardo que, na época, era ministro da Ciência e Tecnologia e desempenhou papel decisivo na implantação dos campi avançados da UFPE, UFRPE e Univale.
FALA DE LULA
Acompanhado pelos ministros Geddel Vieira (Integração), Sergio Rezende (Ciência e Tecnologia), Alfredo Nascimento (Transportes) e Jose Pimentel (Previdência Social), além da ministra chefe da casa civil. Dilma Roussef, Lula visitou canteiro de obras e discursou para uma multidão que o esperava por mais de seis horas embaixo de sol fortíssimo.
Dirigindo-se ao empresário Benjamin Steinbruch, presidente da empresa que detém a concessão para explorar a malha ferroviária do Nordeste, Lula assegurou que não faltarão recursos para que a obra evolua com a rapidez necessária. “Eu não vou permitir que falte dinheiro. Faça a sua parte que nós do governo faremos a nossa”, afirmou.
A Transnordestina custará ao Estado brasileiro cerca de R$ 5 bilhões, sendo uma parte como financiamento, outra como incentivo fiscal concedido com recursos do Fundo Constitucional.
Foi com estas palavras que o governador Eduardo Campos saudou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na solenidade que marcou o início da construção do trecho Salgueiro-Trindade da ferrovia Transnordestina. Mais de 15 mil pessoas acompanharam o evento.
“Estamos começando hoje uma obra que aguardou mais de um século por sua sensibilidade nordestina e pernambucana. Quando for inaugurada, em 2010, esta região não mais será a mesma”, disse Eduardo, lembrando que as elites nordestinas que se opõem ao seu governo e ao de Lula são responsáveis pelo fato de a ferrovia ser uma obra inacabada há tanto tempo.
Lula, por sua vez, recordou uma viagem que fez ao Ceará em 1994 na companhia do ex-governador Miguel Arraes. “Quando sobrevoamos esta região, ele me pediu para fazer a Transnordestina, lembrando que era uma obra inacabada desde o século XIX. Não pude atendê-lo naquela época, estou fazendo isso agora”, disse o presidente.
Eduardo Campos ressaltou o novo tipo de cooperação que marca as relações entre os governantes dos estados nordestinos. “Estamos aqui reunidos, governadores do Piauí, do Ceará e de Pernambuco , para lhe dizer que estamos prontos a colaborar uns com os outros para que a Transnordestina seja concluída no prazo”, disse Eduardo.
Em seu discurso, o governador pernambucano citou outros feitos do Governo Lula e sublinhou a satisfação de dizer que o Governo de Pernambuco está fazendo a sua parte. “Conte conosco, presidente”, disse Eduardo, lembrando que Lula está fazendo grandes obras de pedra e cal, como a refinaria,o estaleiro e a própria Transnordestina, mas também investindo na melhoria da qualidade de vida das pessoas “por exemplo, ajudando a implantar o CEFET em Salgueiro”
“Durante décadas, todas as universidades de Pernambuco ficavam no Recife. Foi o seu governo, presidente, que trouxe ensino universitário federal para Vitoria de Santo Antão, Garanhuns, Serra Talhada e Salgueiro”, disse Eduardo que, na época, era ministro da Ciência e Tecnologia e desempenhou papel decisivo na implantação dos campi avançados da UFPE, UFRPE e Univale.
FALA DE LULA
Acompanhado pelos ministros Geddel Vieira (Integração), Sergio Rezende (Ciência e Tecnologia), Alfredo Nascimento (Transportes) e Jose Pimentel (Previdência Social), além da ministra chefe da casa civil. Dilma Roussef, Lula visitou canteiro de obras e discursou para uma multidão que o esperava por mais de seis horas embaixo de sol fortíssimo.
Dirigindo-se ao empresário Benjamin Steinbruch, presidente da empresa que detém a concessão para explorar a malha ferroviária do Nordeste, Lula assegurou que não faltarão recursos para que a obra evolua com a rapidez necessária. “Eu não vou permitir que falte dinheiro. Faça a sua parte que nós do governo faremos a nossa”, afirmou.
A Transnordestina custará ao Estado brasileiro cerca de R$ 5 bilhões, sendo uma parte como financiamento, outra como incentivo fiscal concedido com recursos do Fundo Constitucional.
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